Press Release

A Willis Towers Watson enumera as maiores preocupações dos líderes da Indústria de Recursos Naturais

Projectos desenvolvidos em ambientes desafiantes a nível técnico , flutuações cambiais e das taxas de juros, e aumento da cyber- segurança são as principais ameaças.

julho 5, 2016

LISBOA - 5 julho 2016, As dificuldades crescentes no desenvolvimento de projectos em ambientes mais desafiantes a nível técnico é o principal risco mencionado pelos executivos da indústria de recursos naturais, segundo o Índice de Risco de Recursos Naturais divulgado pela Willis Towers Watson.

De acordo com o ranking da Willis Towers Watson, os três principais riscos que afectam a indústria são: Operar em ambientes mais desafiantes a nível técnico, Flutuações nas taxas de câmbio e juros, e Aumento de riscos de ciber-segurança e privacidade de dados. Em quarto, quinto e sexto lugar estão, pela seguinte ordem,  Desastres naturais e epidemias, Tecnologia que abra portas no mercado a elementos disruptores e Vulnerabilidade às obrigações de recuperação.

O Índice foi compilado utilizando respostas de executivos de topo na indústria de recursos naturais – incluindo petróleo, gás e produtos químicos, energia, utilities e metais e extração mineira – para enumerar riscos de acordo com o seu impacto e dificuldade de gestão de cada um.

Os executivos estão seriamente preocupados com o aumento da complexidade da regulamentação (7ªposição), uma escassez geral de habilidades específicas da indústria (8ªposição), dificuldade em atrair e reter talento (9ªposição) e incertezas sobre mudanças climáticas e políticas ambientais. (10ªposição).

Nick Dussuyer, Director de Recursos Naturais da Willis Towers Watson disse: “O nosso primeiro Índice de Riscos de Recursos Naturais demonstra que a indústria está unida nas suas visões sobre os principais riscos actuais e que se perspectivam para os próximos 10 anos.

Certamente a instabilidade geopolítica e mudanças regulamentares, alinhadas com a digitalização e novas tecnologias, criaram novos riscos para a indústria compreender e mitigar.

Ao mesmo tempo, uma indústria em mudança oferece oportunidades às empresas dispostas a abraçar um determinado grau de risco.

“Expandir-se para novas e mais desafiantes sem expôr em demasia os negócios ao risco é um desafio prioritário para os executivos de hoje em dia. Descobrir novos armanzenamentos de recursos naturais tornou-se uma tarefa incrivelmente desafiante. Requer que os produtores se adaptem a ambientes mais exigentes e a projectos tecnicamente complexos ao longo de um período onde a pressão, para gerar retorno e garantir a maior eficiência operacional possível, é maior que nunca. O custo de tomar decisões erradas é também incomparavelmente superior.

Comentando outras conclusões do estudo, Dussuyer disse: “Talvez a maior surpresa é a medida em que as flutuações nas taxas de câmbio e de juros se tornaram um motivo de grande preocupação entre os executivos. A crise financeira global pode ter sido ultrapassada, mas os seus efeitos, a par das tentativas dos decisores políticos em estabilizar as suas economias com estratégias radicalmente diferentes, continuam a fomentar a incerteza nos principais mercados financeiros.”

“Os executivos que nós entrevistámos estão claramente preocupados com as alterações na forma como os governos de hoje abordam a regulamentação. Na próxima década, é provável que a regulamentação da indústria aumente. Se as empresas querem participar na definição da agenda regulamentar e ter um papel activo, necessitam de interagir proactivamente com o governo e outros stakeholders chave, avançando com os seus pontos de vista.”

Por outro lado, os riscos associados com a digitalização e novas tecnologias, também estão na mente dos executivos desta indústria.

A dependência das empresas para com as infraestruturas de IT, introduziram uma série de novos riscos, com os quais os profissionais nunca se teriam preocupado há 20 ou 10 anos atrás” disse Dussuyer. “Em toda a sua extensão – desde violações de dados não intencionais até ao ciber-terrorismo – os ciber-riscos são actualmente um assunto prioritário para a indústria.  Empresas que se focam na mitigação efectiva do risco e continuamente revêem como o seu perfil de risco se altera, irão criar barreiras mais eficazes e desenvolver maior resiliência face a esta ameaça crescente.

O estudo concluiu que existem diferenças marcadas na forma como diversas empresas de recursos naturais percepcionam o risco, com o principal risco mencionado a variar conforme a empresa em questão.

Enquanto as empresas norte-americanas estão preocupadas com o aumento dos riscos de cyber-segurança e de privacidade de dados, na Europa o risco de operar em ambientes tecnicamente mais desafiantes lidera o ranking, e na Ameríca do Sul destaca-se a incerteza sobre mudanças climáticas e políticas.

“Apesar destes desafios” acrescentou Dussuyer, “as empresas que melhor gerem os seus custos, eficiência e adaptação à mudança, estarão em boa posição para aumentar quota de mercado e construir vantagens competitivas. Dada a natureza cíclica da indústria, a capacidade de gerir e antecipar riscos organizacionais e de pessoal, tomando decisões ponderadas, será chave para desbloquear potencial futuro.

Notas aos editores

O Índice de Risco de Recursos Naturais da Willis Towers Watson 2016 foi compilado com respostas de 350 executivos de topo, em todo o espectro de setores , incluindo petróleo, gás e produtos químicos, energia e serviços públicos ( incluindo energias renováveis e nuclear), metais e extração mineira. Entre aqueles que participaram da pesquisa, realizada no primeiro semestre de 2016, foram 70 CEOs , CFOs 60 e 60 CROs . A Willis Towers Watson também realizou entrevistas em profundidade com executivos selecionados para reunir um maior conhecimento sobre os riscos que enfrentam . Uma cópia completa da investigação, incluindo infográficos que podem ser re-publicados a pedido, está disponível aqui.

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