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Artigo

Desempenho dos Fundos de Pensões Portugueses – Q1 2020

Retirement
N/A

Por Tomás Câmara e José Marques | maio 14, 2020

Analisamos as rentabilidades e composição das carteiras de investimento dos fundos de pensões portugueses durante o primeiro trimestre de 2020, tendo utilizado informação de aproximadamente 75% dos fundos de pensões abertos e fechados portugueses.

Evolução do mercado global – Queda abrupta dos mercados de ações

  • Ações – A pandemia da COVID-19 originou um período de volatilidade e incerteza nos mercados de capitais com impacto direto nos fundos de pensões. Apesar da ligeira recuperação do mercado acionista durante o final do trimestre, a maioria dos mercados acionistas desvalorizou acima de 20%.
  • Obrigações – Com o refúgio nos títulos de menor risco, as obrigações corporativas obtiveram desempenhos negativos, variando entre valores próximo de 0% para as mais seguras, e aproximando-se dos dois dígitos negativos para as de maior risco e de longa duração. Observou-se uma tendência similar nas obrigações governamentais.

Alocação dos ativos financeiros – manutenção do peso elevado em obrigações

  • Apresentamos em anexo a alocação média (simples) dos fundos de pensões portugueses, considerando apenas fundos fechados.

Rentabilidades – média de -8,1% durante o trimestre

  • Apresentamos em anexo as rentabilidades líquidas em função da exposição a ações dos fundos de pensões portugueses, durante o primeiro trimestre de 2020. Cada ponto representa um fundo de pensões, tendo sido considerados fundos abertos e fechados.

Rentabilidades Históricas

  • Apresentamos em anexo as rentabilidades históricas anualizadas, a 31 de março de 2020, dos fundos de pensões abertos e fechados do mercado português
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