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Relatório da pesquisa

Principais Resultados da Pesquisa da Willis Towers Watson

Práticas de Incentivos de Curto e Longo Prazo para Executivos – 2020

N/A
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Outubro 5, 2020

Conheça os principais parâmetros adotados pelas empresas em relação aos desenhos dos planos de incentivos de curto e longo prazos.

Anualmente, a área de consultoria em remuneração de executivos – Executive Compensation – da Willis Towers Watson realiza a pesquisa mais ampla no Brasil sobre desenhos de planos de incentivos de curto e longo prazo. Neste artigo, compartilhamos os principais resultados da 8ª edição da pesquisa, com dados de 207 empresas participantes, coletados entre os meses de abril e julho de 2020.

Características das empresas participantes

gráfico que apresenta a origem do capital das empresas participantes
Origem do capital
gráfico que apresenta o tipo de capital das empresas participantes
Tipo de capital

Principais destaques

Incentivos de Curto Prazo:

  • Incentivos por metas permanecem como os tipos de planos mais utilizados no mercado.
  • O EBITDA segue como indicador de resultados financeiros mais utilizado nos planos de incentivos de curto prazo, tanto como gatilho quanto como métrica.
  • 55% das empresas reportaram definir o funding (forma de previsão da verba total para as premiações) pela soma dos targets individuais e inclusão destes no orçamento anual. Outros 42% definem o funding como percentual de um resultado financeiro.
  • A maioria das empresas define faixas de premiação mínima e máxima para seus planos de bônus. Nestas, a premiação tipicamente varia entre 50% do target para desempenho mínimo e 150% a 200% para desempenho excepcional.
  • 32% das empresas reportaram ter realizado pagamentos de bônus/PLR nos últimos anos, mesmo sem o devido alcance do gatilho de performance do plano, número inferior ao ano passado.
  • A maioria das empresas reportou não ter realizado qualquer tipo de ajuste nos planos (em termos de desenho ou ajuste de metas) em razão dos impactos potenciais nos resultados gerados pela COVID-19.

Incentivos de Longo Prazo:

  • A concessão de incentivos de longo prazo segue como prática comum entre empresas no Brasil, principalmente nas empresas nacionais de capital aberto. As empresas nacionais de capital aberto se destacam na combinação de dois ou mais planos de ILP, configurando uma tendência de crescimento no mercado.
  • Nas empresas nacionais de capital aberto, continuamos observando uma tendência de migração dos modelos baseados em opções (stock options) para outros baseados no valor “cheio” da ação, em especial ações por performance (performance shares).
  • Também foi observada uma queda no uso dos planos no conceito Matching Shares, de dez pontos percentuais em relação à pesquisa do ano passado (2019).
  • 42% das empresas estudam alterar ou já efetuaram mudanças recentemente em seus planos de ILP. Das alterações já realizadas, as mais comuns são: modalidade/tipo de plano, premiações alvo e níveis de elegibilidade.
  • 90% das empresas reportaram não ter realizado ajustes às outorgas de ILP para o ano de 2020 por causa dos impactos gerados pela COVID-19, confirmando a premissa básica de alinhamento dos executivos aos acionistas no longo prazo.

Para saber mais sobre a pesquisa ou se aprofundar sobre os temas, entre em contato com nossos consultores da área de Talent & Rewards.

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