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Riscos cibernéticos: nada mais comum do que uma ameaça virtual

Cyber Risk Management
N/A

Fevereiro 12, 2020

Os registros de casos de crimes virtuais estão aumentando em grandes proporções e hoje são tratados como gravíssimos por órgãos de investigação ao redor do mundo.

A média global de riscos de ataques cibernéticos e violações de segurança que as empresas sofrem chega a 27% e, no Brasil, esses índices alcançam percentual ainda maior (43%), o que dá uma dimensão da preocupação cada vez mais constante registrada por aqui.

O índice de preocupação com segurança dos brasileiros foi o maior registrado nos últimos seis anos pelo Unisys Security Index 2019, atingindo 190 pontos e estamos em 4º na lista dos países que mais sofrem ataques cibernéticos, atrás apenas dos EUA, China e Rússia. De acordo com a empresa de segurança da informação Unysis, 85% dos brasileiros foram vítimas de crimes virtuais ou conhecem alguém que sofreu com algum tipo de fraude, violação de dados privados ou o sequestro de informações sigilosas.

Preocupação global

Diferentemente de 2017, onde os pedidos de resgate e extorsão dominaram o cenário mundial, a complexidade dos avanços tecnológicos abriu um leque de possibilidades que agora são exploradas pelo cibercrime. O ano de 2019 trouxe novos motivos para que os brasileiros ficassem ainda mais preocupados, com o crescimento de casos de vazamentos de dados de clientes por empresas, ataques ao governo e ameaças a cidadãos por meio de phishing, que estão entre os casos mais problemáticos do ano.

Uma pesquisa da IBM mostra que o Brasil é o país mais propenso a sofrer violações de segurança no mundo e dados dos índices globais de riscos da Willis Towers Watson apontam para as indústrias de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações (TMT), Financeira, Transportes, Construção, Gestão de Saúde e Recursos Naturais – entre elas Óleo&Gás, Mineração e Geração de Energia – como maiores alvos de ataques virtuais, violações de privacidade de dados e informações confidenciais.

Casos relacionados aos avanços tecnológicos dos ciberataques e aos crescentes e preocupantes índices de instabilidades climáticas estão entre as cinco maiores probabilidades de riscos globais, de acordo com o relatório Global Risk realizado e divulgado recentemente pelo Fórum Econômico Mundial (WEF).

Os chamados riscos cibernéticos são aqueles de maior impacto para uma empresa porque agrega riscos em diferentes setores operacionais e de tecnologia, além de trazer riscos regulatórios, políticos, ambientais e de imagem, além da ameaça direta às pessoas. Por sua complexidade, é muito difícil de mensurá-lo e saber antecipadamente sua gravidade. Por isso, é fundamental contar com o seguro de riscos cibernéticos para mitigar a preocupação e os impactos que podem ocasionar às empresas.

Riscos decodificados

Decodificar o risco baseado no setor e em suas possíveis consequências é o primeiro passo para a construção de uma apólice sólida e bem estruturada. É fundamental a análise de cobertura partindo dos princípios das políticas atuais e da consequente identificação das necessidades de cobertura em cada caso, unificando os riscos cibernéticos da empresa com base em apólices anteriores.

O seguro cyber deve cobrir as perdas de terceiros por violação de privacidade e segurança das informações, além de perdas do próprio segurado com a interrupção de negócios e lucros cessantes e as posteriores restaurações e recuperações de dados digitais que tenham sido destruídos, danificados ou alterados em algum grau de comprometimento da integridade da rede. Soma-se a isso os custos associados, relacionados às ações regulatórias, multas e penalidades impostas pela lei vigente, entre outros pontos.

Como se preparar para o futuro?

As estimativas dos custos causados globalmente até 2021 ultrapassam os US$ 6 trilhões. Mais de 60 empresas oferecem hoje algum tipo de cobertura cyber, mas estima-se que o mercado de seguro cibernético deve chegar a US$ 17 bilhões nos próximos 3 anos, o que mostra uma tendência de crescimento ainda mais acelerado na demanda de mercado.

A boa notícia é que é possível se proteger. A Willis Towers Watson foi eleita como a melhor equipe de 2018 em corretagem de seguros cibernéticos pela Advisen no Cyber Risks Awards 2018. Estamos preparados para o desafio! Quer saber mais sobre nossa cobertura em riscos cibernéticos? Consulte-nos!

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